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Penso, logo cozinho.


Ah, cozinhar! Dentre todas as espécies, nós humanos, somos os únicos que podemos refletir sobre nossa própria existência e os únicos que cozinhamos. Dominamos o fogo e o usamos pra tratar o alimento, cozinhar além ser um ritual, proporcionou, inclusive, nossa evolução biológica, obrigada, Prometeus!

Nossa relação com a comida tem cargas afetivas e é extremamente importante pra nossa construção social e identitária, nos reunimos ao redor da mesa pra comemorar, pra negociar, um jantar antecede aquela noite romântica de amor (KKKKKKKK), comer constrói pontes e cozinhar cria laços afetivos, pois antes de tudo, cozinhar e alimentar o outro é cuidar.

Desde que conheci Ana, sempre conversamos sobre o link entre o @avoqueria e o morar, decoração afetiva e tudo que ela trata no blog com o receber, com o cuidar, cuidar de si e do outro e como alimentação e memória afetiva ligada ao comer poderia sim ser tratado no blog. Eu sou a amiga que cozinha e gabo disso! Eu amo comer!

Essa é a novidade que o @avoqueria traz em 2020, vamos falar sobre o alimentar-se e tudo o que a comida pode fazer: paz, prazer, autocuidado e memórias. Qual a comida te lembra infância? Qual comida te traz conforto? Como anda tua relação com a comida e com teu corpo que é nossa morada durante toda a vida? E me diz aí, qual a receita que tua avó fazia?

Eu sou a Bela, geminiana (desculpa, mundo), Chef de Instagram, estudante de nutrição e vou passar por aqui algumas vezes nesse novo ano, aliás, FELIZ ANO NOVO!

“… não vá se afobar/ Não tem que pôr a mesa, nem dar lugar/ Ponha os pratos no chão e o chão tá posto/ E prepare as linguiças pro tira-gosto/ Uca, açúcar, cumbuca de gelo, limão/ E vamos botar água no feijão” (Feijoada Completa, Chico Buarque)

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